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Sorry for the delay. I miss Y.O.U.sooooooooo

 

Amo-te.

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Nota

E eu queria tan…

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E eu queria tanto ter visto essa prova. Vi a foto da prova  e aprovo. Gostei muito. Como não somos dessas que se choram e se lamentam sobre aquilo que (não) aconteceu vou dizer-te que estive lá en corazion e que mesmo que não te ajude a escolher o vestido vou ajudar-te a vesti-lo. E se quiseres também te maquilho. Com a minha própria base e com um eyeliner prateado que ainda deve dançar no fundo de uma gaveta à espera dos teus olhos (novamente). E casas tu muito bem!

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E depois de bem pintada ainda te faço uma massagem nos pés com um óleo de baunilha que ainda vou comprar enquanto te digo baixinho que o Serge é o homem mais sortudo do mundo. E eu a mulher, por ter uma amiga como tu.

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How needs a man?

Quem precisa deles quando há… chocolate? e quem precisa de chocolate quando há… uma bro?

 

Nota

Lembras-te que …

Lembras-te que antes de voares para a Dinamarca eu estava a pôr uma quiche no forno? Com um pouco de amor e de massa folhada fi-la para ti também. Fica a foto:

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4a feira

Não é de cinzas mas esta 4a feira dita o meio de uma semana em que não vi meio de lhe escrever.

Fim de semana você voou e olhos que não vêem coração que não sente. Nem passei aqui. 2a e 3a, amor meu, não sei se lhe diga não sei se lhe conte. Algo desponta na vida da I. que a faz salivar, chorar, babar, gritar, espernear e exigir uma atenção que até então não lhe conhecia. E por enquanto ainda é só um. E ao que parece são cerca de 30. Os dentes.. essa mágica alcateia de ferramentas calcificadas que fazem da minha filha um bebé chorão, irritado e irritante que me suga e que me seca a energia para tudo o resto. Mas hoje estou de volta. E amanhã também estarei. Porque há coisas que nunca secam, venham os dentes que vierem.

 

 

 

I can fly, but I want is wings

I can shine even in darkness, but I crave the light that she brings

My angel little Bro

 

 

El XUrro

Andava à procura de qualquer coisa para ti,  hoje. E encontrei esta imagem. E lembrei-me das minhas primeiras férias longe da família (de sangue) fora de Portugal. As minhas primeiras férias com a irmã (de alma e de tudo) além fronteiras. E lembrei-me de tudo. De quase sermos barradas no aeroporto, em Lisboa, Da euforia da chegada, em Barcelona. Da via leitana, do café com leite, do mac donalds caríssimo, da anã sevilhana, do velho nu, das refeições de caril do meu pai, do colón e das pinturas naquele primeiro andar a imitar Dali. Do maragal longe de tudo que cheguei a pensar nem existir, do rum, do alemão, dos passeios, das saídas, da praia de madrugada e de tantas outras coisas que uma simples semana nunca poderia abraçar. E da tua eterna frase: ‘podia fazer amor com esta cidade’. E eu também podia. Mas com os xurros.